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Estética

5 dúvidas sobre radiofrequência para tratamentos dermatológicos e estéticos

  •  por Casa da Estética

Se você tem a radiofrequência como um dos tratamentos mais utilizados no seu centro estético, algumas dúvidas devem pairar na sua cabeça. Apesar do procedimento não ser invasivo, é preciso cuidado para trabalhar com as altas temperaturas e as diferenças de suas polaridades. Há também novidades dentro desse segmento e comentamos esses e outros assuntos respondendo as 5 principais dúvidas sobre o tema “radiofrequência”. Veja a seguir:

1) Radiofrequência pode queimar?

O equipamento deve atingir as temperaturas de 38° a 40° graus para realizar a neocolagênese, efeito que estimula os fibroblastos a produzirem mais colágeno. Essa medida esquenta, mas não queima a pele. É imprescindível que o aparelho nunca ultrapasse esses números porque as queimaduras, além de causarem dor e marcas, geram ainda mais flacidez para a região. Para evitar esse problema, atualmente, existem tecnologias, como a TECAR, que já fazem o ajuste da temperatura da radiofrequência automaticamente, sem a necessidade de termômetros externos.

2) Qual a diferença entre a radiofrequência capacitiva e a resistiva?

A radiofrequência capacitiva gera calor no organismo de dentro para fora, por meio do campo eletromagnético, e trabalha com ondas curtas e frequência de 13 a 40 MHz. Já a radiofrequência resistiva, atua com baixa frequência e ondas longas, seu aquecimento é realizado, de fora para dentro, por corrente elétrica.

3) Quando devo usar a manopla monopolar e a bipolar?

Se o objetivo do tratamento é atingir as camadas mais internas da pele, a melhor opção é a manopla monopolar. Ela pode atingir até 20mm de profundidade e é ideal para tratar gordura localizada e celulite. Já a ponteira bipolar é indicada para atingir as camadas mais superficiais da pele, alcançando cerca de 4 mm, e é indicada para o tratamento da flacidez. Alguns equipamentos vêm com ambas manoplas, como o Hooke.

4) Radiofrequência tem a capacidade de permear ativos?

Algumas tecnologias de radiofrequência como, por exemplo, a TECAR, tornam possíveis a chamada veiculação transdérmica. O método indolor, sem efeitos colaterais, torna possível veicular transdérmicamente ingredientes ativos com alto peso molecular por espaços interstícios celulares, sem a intermediação da circulação sanguínea. O sistema utiliza pulsos elétricos de baixa frequência como carreador das substâncias. A onda de estimulação elétrica é produzida por um gerador de corrente constante, que é capaz de avaliar variações na resistência da pele em condições estáveis e reprodutíveis.

5) Radiofrequência tem contraindicação?

Gestantes, lactantes, pessoas com marca-passo, próteses metálicas, doenças autoimunes, oncológicas não podem receber o tratamento. Regiões com infecções, lesões dermatológicas e locais onde procedimentos cirúrgicos não foram bem cicatrizados, o procedimento também é contraindicado.